O caso de Alcobaça
O processo começou a esbarrar na rejeição das populações e aquela autarquia da zona Oeste do País optou por concentrar os ciganos num bairro social. “Não deu para esperar mais, porque a integração nas freguesias acabou por ser um fracasso”, revelou uma técnica da CMA que participou nas Jornadas.
A responsável reconhece que a solução ideal passa por realojar as famílias de forma dispersa, mas garante que a construção do bairro social foi a única saída. “Em breve vamos demolir as últimas barracas, embora saibamos que concentrar a comunidade cigana num local único também vai trazer problemas, para os quais já nos estamos a preparar”, explicou a técnica.