Portagens preocupam emigrantes
Centenas de emigrantes foram recebidos no primeiro fim-de-semana de Agosto por militantes da GNR e representantes da Auto Estradas XXI, subconcessionária da A4. Depois de passar a fronteira de Quintanilha, foram abordados com conselhos úteis sobre a segurança rodoviária e o pagamento de portagens, junto ao nó de Rio Frio. A fronteira continua a ser a porta de entrada não só para transmontanos, mas também para outros emigrantes portugueses.
Longe vão os tempos em que essa passagem era feita pela estrada nacional ou pelo IP4. Agora com a Auto-estrada Transmontana surgem também as portagens. Colocados à entrada de Bragança, os pórticos registam as matrículas dos automóveis que por lá passam. Mas as dúvidas sobre as formas de pagamento são muitas. “Por uma questão prática devia haver uma cabine para podermos pagar. A gente entra em Portugal e fica fora de lei automaticamente”, referiu Modesto Inácio, que veio de Paris para Macedo de Cavaleiros.
O mês de Agosto continua a ser marcado pelo reencontro com os familiares. “O ano passado não vim por problemas de saúde, mas venho todos os anos para ver os familiares e as pessoas da aldeia”, assegura Felisberto Ribeiro, que veio de Paris para Baçal.