Amor e descanso vivem em turnos infinitos no mundo dos cuidadores informais
A grande maioria nem sabe que faz parte da categoria “cuidador informal”. Tratam dos que lhes são próximos e anulam-se num acto de sacrifício e de amor para o outro continuar a viver. Transformam as suas casas em hospitais e as suas vidas num turno sem fim, onde descansar não é opção. É o caso de Isabel Garcia, Elvira Martins e Serafim Alves que se tornaram cuidadores desde que a vida lhes trocou as voltas. Ainda que, a maioria, não tenha o estatuto de cuidador, tratam de quem lhes é mais próximo sem receberem grandes, ou nenhumas, ajudas do Estado.
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