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Amigos e familiares despediram-se de Amadeu Ferreira em Sendim

Amigos e familiares despediram-se de Amadeu Ferreira em Sendim
  • 13 de Março de 2015, 00:57

A Casa da Cultura em Sendim, no concelho de Miranda do Douro, foi pequena para receber as centenas de pessoas que quiseram homenagear Amadeu Ferreira, natural desta vila, na passada quarta-feira. O escritor e investigador da língua e cultura mirandesas pediu expressamente para ser cremado e disse que não queria lágrimas nem cerimónias fúnebres. Amigos e familiares cumpriram o desejo do professor e, como forma de despedida, leram textos e recitaram poemas, imortalizando assim a sua obra.
O irmão, Carlos Ferreira, explica que as palavras eram o mais importante para o escritor. “O que ele sempre gostou foi das palavras. As palavras para ele eram o mundo, tudo se podia resolver com palavras. Ele queria que, se houvesse alguma homenagem ou qualquer coisa fizessem depois dele morrer, então que as pessoas que se juntassem à volta da sua obra e lessem o que lhes apetecesse e quem não lesse que ouvisse, e quem não quisesse nenhuma das coisas, também estava bem”, revela Carlos Ferreira.

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