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SOS Coelho para salvar a caça

SOS Coelho para salvar a caça
  • 6 de Fevereiro de 2015, 10:21

Está a ser desenvolvido um plano sanitário para combater a doença vírica hemorrágica, que este ano tem afectado e diminuído o número de coelhos bravos. A garantia foi deixada pelo secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agro-alimentar, Nuno Vieira e Brito na abertura da XIX Feira da Caça e do Turismo em Macedo de Cavaleiros. O governante defendeu que a solução deve abranger não apenas esta doença, mas que a área sanitária na cinegética deve ser vista como um todo. “Acho que devemos olhar a área sanitária como uma área integrada. Para além de haver já alguns trabalhos de desenvolvimento no “SOS Coelho” na doença vírica hemorrágica, estamos a desenvolver um plano sanitário onde existam várias abordagens a várias patologias, para que com esse plano sanitário consigamos, no prazo razoável daquilo que é a sanidade animal, encontrar uma vacina que seja eficaz para a doença vírica hemorrágica, e também encontrar medidas sanitárias que evitem a continuidade dos problemas sanitários na caça, no seu sentido geral”, garantiu o secretário de Estado.

Queixas dos caçadores

Durante a cerimónia de abertura da feira, Nuno Vieira e Brito ouviu ainda as queixas dos caçadores em relação aos constrangimentos causados pela suspensão das inscrições em exames para a obtenção da carta de caçador. Uma portaria que cessou a 31 de Janeiro mas que deixou muitos caçadores sem poderem caçar. O membro do governo garantiu que, ainda neste trimestre, haverá uma nova portaria que vai permitir aos caçadores realizarem os exames mais cedo. “A forma como eram feitos anteriormente os exames era demasiado burocrática e não nos interessa, porque tem uma concentração e uma centralização relevante. Estamos a fazer uma portaria nova na qual abrimos ao longo do ano, no sentido da desburocratização, não há uma época definida em que os próprios caçadores ou quem se pretende inscrever para a licença de caçador se podem inscrever, e quando houver um número relevante e mínimo de interessados irão ser feitos os exames”, adiantou.

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